
quarta-feira, junho 29, 2011
REGENERAÇÃO URBANA DE RIO MAIOR. PRAÇA DO COMÉRCIO.

sexta-feira, junho 24, 2011
EICEL. Programa de Acção 2011 - 2014 (parte 11)

sexta-feira, junho 17, 2011
EICEL. Programa de Acção 2011 - 2014 (parte 10)

Gráfico 2: Esquema de enquadramento das áreas de estudo a aprofundar para apresentação da história e do património do Couto Mineiro do Espadanal.
sábado, junho 11, 2011
EICEL. Programa de Acção 2011 - 2014 (parte 9)
segunda-feira, junho 06, 2011
Rio Maior poderá integrar Roteiro das Minas de Portugal

Nuno Rocha, presidente da EICEL e Bernardo Lemos, do Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal, na III Jornada do Património Mineiro do Concelho de Rio Maior.
A mesa da III Jornada: o presidente da EICEL, Nuno Rocha, Bernardo Lemos, a vereadora da Educação e Cultura, Sara Fragoso, a aluna Andreia Dias que foi a moderadora e os professores Paulo Sá e Ângela Rodrigues.
Este conjunto de fotos reporta-se à apresentação dos trabalhos das alunas do 12º ano da Escola secundária de Rio Maior, no âmbito da Área de Projecto.
EICEL. Programa de Acção 2011 - 2014 (parte 8)
sexta-feira, maio 27, 2011
EICEL. Programa de Acção 2011 - 2014 (Parte 7)
A história, numa perspectiva multidisciplinar, deve ser o elemento essencial no debate da conservação arquitectónica (26). Para evitar uma demasiado frequente destruição de elementos fundamentais para a compreensão histórica dos edifícios, baseada em razões funcionais decorrentes dos programas a instalar, a opção sobre uma nova função e a sua materialização arquitectónica devem ser subordinadas aos valores históricos em presença.
Esta exigência de um conhecimento da História aplica-se a toda a profundidade da intervenção, desde a compreensão da íntima relação entre a lógica volumétrica do edificado e a sua antiga função, à compreensão do estado da arte à época da construção, na escolha e aplicação de linguagens estéticas, de materiais e de sistemas construtivos. A nova intervenção deve compreender o valor do património industrial enquanto documento da história da arquitectura e da técnica.
Um edifício industrial é em si mesmo uma grande máquina, materializando nas suas volumetrias um diagrama funcional de produção. A truncagem deste sistema integrado, por muito que algum dos elementos construídos possa por si só parecer irrelevante na sua qualidade arquitectónica, torna incompreensível o conjunto.
Os novos programas a instalar devem assim ser compatíveis com a anterior função do edifício, preservando “os esquemas originais de circulação e de produção” (27) e respeitando os materiais utilizados. Recomenda-se que a adaptação evoque a antiga actividade industrial.
A nova intervenção arquitectónica deve garantir as exigências funcionais dos programas de utilização, mediante uma “sábia adaptação das obras existentes” (28), desenhando e colocando os novos elementos técnicos estritamente necessários, sob um princípio de agressão mínima à estrutura original e fácil reposição do edifício nas condições iniciais. A qualidade arquitectónica da intervenção estará assim na sua capacidade de servir a estrutura existente, anulando tanto quanto possível a presença material de tudo o que não lhe pertence.

segunda-feira, maio 23, 2011
EICEL. Programa de Acção 2011 - 2014 (Parte 6)
NUNO ALEXANDRE ROCHA APRESENTOU NA UNIVERSIDADE DE LISBOA TESE DE MESTRADO SOBRE AS MINAS DO ESPADANAL
terça-feira, maio 17, 2011
CONVITE - III Jornada do Património Mineiro
A sessão, subordinada ao tema “Património e Comunidade. A Escola e as Redes de Conhecimento”, surge no âmbito de colaboração estabelecida com a Escola Secundária de Rio Maior, materializada no acompanhamento a projectos de alunas do 12º ano dedicados ao património do antigo Couto Mineiro do Espadanal e desenvolvidos nas disciplinas da Área de Projecto leccionadas pelos professores Paulo Sá e Rosa Batista.
Sublinha-se a importância do envolvimento da comunidade educativa na valorização do património local e a oportunidade de inserção das iniciativas em desenvolvimento nas dinâmicas de uma rede nacional de espaços mineiros.
A Jornada terá o seguinte programa:
III Jornada do Património Mineiro do Concelho de Rio Maior.
15h00 – Sessão de abertura:
- Professor Albino Correia, Director da Escola Secundária de Rio Maior.
- Professor Paulo Dias de Sá, Coordenador da Área de Projecto.
- Arquitecto Nuno Alexandre Rocha, Presidente da Direcção da EICEL.
15h20 – Sessão temática:
- Comunicação: Nuno Alexandre Rocha, “Couto Mineiro do Espadanal (Rio Maior). História, Património, Identidade”.
- Comunicação: J. Bernardo de Lemos, “Apresentação do Roteiro das Minas e Pontos de Interesse Mineiro e Geológico de Portugal”.
16h20 – Inauguração de exposição dos trabalhos realizados pelos grupos de alunas da Área de Projecto da Escola Secundária de Rio Maior.
A EICEL convida todos os riomaiorenses a marcarem presença nesta iniciativa de valorização do património mineiro do concelho de Rio Maior.
sábado, maio 14, 2011
PATRIMÓNIO DOCUMENTAL DA ANTIGA MINA DO ESPADANAL. EICEL ASSINA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM MARIA MARGARIDA BORGES VIDIGAL PAIS
Arnaldo Vidigal Pais (1899-1961), médico, natural de Vila Nova da Erra, concelho de Coruche, fixou residência e actividade profissional em Rio Maior no início da década de trinta do Século XX.sexta-feira, maio 13, 2011
EICEL. Programa de Acção 2011 - 2014 (Parte 5)

sexta-feira, maio 06, 2011
DESCENDENTES DO ANTIGO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL, ANTÓNIO CUSTÓDIO DOS SANTOS, INTEGRAM CONSELHO CONSULTIVO DA EICEL.
António Custódio dos Santos (1885-1972), primeiro presidente da Câmara Municipal de Rio Maior após a revolução de 5 de Outubro de 1910 (1), director da segunda série do jornal O Riomaiorense, descobridor legal da Mina do Espadanal, a 21 de Julho de 1916, e sócio fundador da Empresa Industrial, Carbonífera e Electrotécnica, Limitada, em 1920, foi uma das personalidades de maior relevo na vida da comunidade riomaiorense das primeiras décadas do século XX.
Nuno Alexandre Rocha, António Paulo Santos do Carmo, Tereza Cristina Santos do Carmo e António Sérgio Santos do Carmo, em visita à Mina do Espadanal.EICEL. Programa de Acção 2011-2014 (Parte 4)
Importa para tal produzir uma oferta diversificada de conteúdos e meios qualificados pelo rigor histórico e científico, atendendo a, pelo menos, quatro públicos distintos:
A estes meios deve acrescentar-se uma adequada estratégia comercial assente na divulgação da história e da iconografia da antiga exploração mineira bem como de um programa regular de actividades culturais e de descoberta patrimonial e paisagística, enquadrado nos roteiros turísticos regionais, nacionais e internacionais.
Interacção com a Comunidade Escolar. Trabalho em curso: maqueta da antiga fábrica de briquetes, em execução por grupo de alunas da Escola Secundária de Rio Maior.
3. O público escolar, dos ensinos básico e secundário, a quem importa fornecer uma perspectiva pedagógica da história da técnica, do trabalho e das comunidades associadas à actividade mineira. A este grupo específico será necessário disponibilizar um serviço educativo e de animação dotado de capacidade de resposta científica e didáctica. O Centro de Ciência Viva encontra sobretudo neste público-alvo a sua justificação, e deverá ter na localização, a uma distância inferior a 500 metros, de cinco estabelecimentos de ensino básico e secundário, uma importante mais valia.
4. O público académico, constituído por estudantes do ensino superior e investigadores, a quem importa disponibilizar os meios para o estudo aprofundado das evidências materiais e imateriais da actividade mineira e industrial dos carvões e da história e património local. A criação de um Núcleo de Investigação reunindo um arquivo histórico (composto pelo arquivo EICEL, arquivo fotográfico e cartográfico da actividade mineira e pelo arquivo histórico municipal) e uma biblioteca especializada na temática do património industrial e mineiro, permitirá a resposta a este público específico.
As probabilidades de sucesso do Parque Geomineiro dependerão em grande medida da sua integração em estratégias de promoção mais vastas, explorando em primeiro lugar a privilegiada localização geográfica e acessibilidade por meio de curta viagem em auto-estrada, no contexto de uma das áreas de maior densidade populacional do país, devendo assim potenciar-se um capital de atractividade de públicos das regiões de Lisboa, Vale do Tejo e Oeste e, em simultâneo, impulsionando a sua presença em redes nacionais e internacionais dedicadas ao património industrial e geomineiro.
Importa ainda não negligenciar a oportunidade de afirmação deste património enquanto oferta singular numa região marcada por significativos fluxos turísticos, qualificada por dois monumentos reconhecidos enquanto Património Mundial pela UNESCO (Mosteiro de Alcobaça, a 28 km, e Mosteiro da Batalha, a 41 km), a uma proximidade entre 30 e 40 km de uma extensão importante da Costa Atlântica entre Peniche e Nazaré, a 30 km da cidade histórica de Santarém e a 22 km da estância termal de Caldas da Rainha, estabelecendo uma relação privilegiada com o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.
Continua no próximo número do Região de Rio Maior
In Região de Rio Maior nº1177, de 29 de Abril de 2011













